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	<title type="text">Brasília ETC</title>
	<subtitle type="text">Comida, diversão e muito mais!</subtitle>

	<updated>2026-10-16T20:27:42Z</updated>

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		<title type="html"><![CDATA[Helio Diff promove Outubro Rosa com ações solidárias em apoio a mulheres em tratamento contra o câncer]]></title>
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		<updated>2026-10-16T20:27:42Z</updated>
		<published>2026-10-16T20:27:42Z</published>
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		<summary type="html"><![CDATA[<p>O cuidado com a beleza também pode se transformar em um gesto de acolhimento e solidariedade. Por isso, neste Outubro&#8230;</p>
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					<content type="html" xml:base="https://brasiliaetc.com.br/helio-diff-promove-outubro-rosa-com-acoes-solidarias-em-apoio-a-mulheres-em-tratamento-contra-o-cancer/"><![CDATA[<p dir="ltr">O cuidado com a beleza também pode se transformar em um gesto de acolhimento e solidariedade. Por isso, neste Outubro Rosa, o Helio Diff convida clientes e profissionais a participarem da campanha “Por você. Com você.”, que une ações de cuidado pessoal à arrecadação de lenços e cabelos para mulheres em tratamento contra o câncer de mama. A iniciativa será realizada em todas as unidades da rede, com doações destinadas à Abrace, instituição parceira anual do salão.</p>
<p dir="ltr">A campanha parte da ideia de que cada mulher tem uma história, enfrenta desafios próprios e merece se sentir amparada em todas as fases da vida. O mote “Por você. Com você.” traduz esse propósito ao valorizar o autocuidado, os recomeços e a importância de estender a mão a quem precisa de apoio. Nesse contexto, os salões se tornam espaços de mobilização, nos quais um gesto cotidiano pode ganhar um significado que vai além da beleza.</p>
<p dir="ltr">“Para nós, do Helio Diff, participar do Outubro Rosa é uma forma de colocar o cuidado em prática e mostrar que a beleza também pode ser um instrumento de acolhimento e solidariedade. A parceria com a Abrace torna essa iniciativa ainda mais especial, porque nos permite transformar a mobilização das nossas equipes e clientes em apoio a mulheres que enfrentam o tratamento contra o câncer. Queremos que cada gesto seja uma demonstração de carinho e que essas mulheres se sintam lembradas e amparadas”, destaca Gabriela Nakashi, diretora de marketing do grupo Helio Diff.</p>
<p dir="ltr">A programação contará com duas ações. De 19 a 23 de outubro, as clientes poderão participar do Ritual Solidário Redken All Soft, com tratamento capilar e modelagem, mediante a doação de um lenço de, no mínimo, 90 x 90 centímetros. A iniciativa estará disponível em todas as unidades do Helio Diff.</p>
<p dir="ltr">Já no dia 20 de outubro, será realizado o Corte Solidário, também em todas as unidades. Para participar, basta doar, no mínimo, 15 centímetros de cabelo. O corte será gratuito, e os fios arrecadados serão encaminhados à Abrace, assim como os lenços recebidos durante o período da campanha.</p>
<p dir="ltr">A ação também pretende evidenciar a face humana do Outubro Rosa. Para além de alertar sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama, a campanha salienta a importância do acolhimento ao longo do tratamento, momento em que alterações na aparência e na rotina podem comprometer a autoestima e o bem-estar.</p>
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		<title type="html"><![CDATA[Comissão Julgadora do prêmio MD`Azevedo seleciona 35 obras entre centenas de inscrições no concurso nacional de artes visuais]]></title>
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		<updated>2026-10-16T20:24:55Z</updated>
		<published>2026-10-16T20:24:55Z</published>
		<category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Destaques" /><category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Brasília ETC" /><category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Comissão Julgadora do prêmio MD`Azevedo seleciona 35 obras entre centenas de inscrições no concurso nacional de artes visuais" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>O 3º Prêmio MD’Azevedo de Artes Visuais – Diálogos Decoloniais encerrou o período de inscrições e entrou em uma etapa&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://brasiliaetc.com.br/comissao-julgadora-do-premio-mdazevedo-seleciona-35-obras-entre-centenas-de-inscricoes-no-concurso-nacional-de-artes-visuais/">Comissão Julgadora do prêmio MD`Azevedo seleciona 35 obras entre centenas de inscrições no concurso nacional de artes visuais</a> apareceu primeiro em <a href="https://brasiliaetc.com.br">Brasília ETC</a>.</p>
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					<content type="html" xml:base="https://brasiliaetc.com.br/comissao-julgadora-do-premio-mdazevedo-seleciona-35-obras-entre-centenas-de-inscricoes-no-concurso-nacional-de-artes-visuais/"><![CDATA[<p>O <strong>3º Prêmio MD’Azevedo de Artes Visuais – Diálogos Decoloniais</strong> encerrou o período de inscrições e entrou em uma etapa decisiva de sua programação: a seleção das <strong>35 obras que irão integrar a exposição coletiva</strong> desta edição. Foram recebidas <strong>274 inscrições de artistas de diferentes estados do Brasil</strong>, ampliando o alcance nacional de uma iniciativa que tem como propósito reconhecer a diversidade da produção artística contemporânea e estimular a arte como espaço de reflexão, expressão e transformação social.</p>
<p>O desafio foi selecionar, entre essa pluralidade, as <strong>35 obras que irão representar a terceira edição </strong>e construir, por meio delas, um conjunto capaz de expressar a diversidade da produção.</p>
<p>Com o tema <strong>“Diálogos Decoloniais”</strong>, o prêmio propõe ampliar as possibilidades de leitura sobre arte, identidade, memória, território, pertencimento e diversidade. A iniciativa parte da compreensão de que as artes visuais podem abrir espaço para diferentes narrativas e perspectivas, colocando em diálogo experiências, territórios e formas distintas de produzir e compreender a cultura brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sete linguagens e espaço para novas tecnologias</strong></p>
<p>Uma das características desta edição é a diversidade de linguagens contempladas. O edital recebeu trabalhos em <strong>pintura, desenho, gravura, escultura, arte digital, fotografia e mosaico</strong>, com técnicas livres. Cada artista pôde inscrever até três trabalhos, ampliando as possibilidades de participação e representação das diferentes vertentes da produção visual contemporânea.</p>
<p>O prêmio também acompanha as transformações dos processos de criação artística e <strong>aceita obras concebidas com o apoio de Inteligência Artificial</strong>. Nesses casos, a utilização da tecnologia deveria ser declarada como parte do processo criativo no momento da inscrição.</p>
<p>A presença da <strong>IA</strong> amplia o espaço para experimentações dentro das artes visuais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Gildred Nascimento: arte negra, memória e protagonismo feminino</strong></p>
<p>Entre os principais destaques da terceira edição está o <strong>Prêmio Destaque Artista Mulher Negra – Gildred Nascimento</strong>, criado especialmente para reconhecer, valorizar e incentivar a produção de mulheres negras nas artes visuais.</p>
<p>A premiação destina <strong>R$ 1.500 à artista vencedora</strong>, além de um <strong>Troféu Exclusivo Gildred</strong>, estabelecendo um reconhecimento específico para uma mulher negra artista dentro da programação do prêmio e Menção Honrosa para mais duas mulheres negras. A iniciativa integra uma perspectiva de valorização da diversidade e de ampliação da presença de mulheres negras nos espaços de reconhecimento, circulação e legitimação da produção artística.</p>
<p>A homenagem carrega a memória de <strong>Gildred Nascimento</strong>, mulher negra, artista plástica e arte-educadora que construiu sua trajetória a partir da arte, da educação e da formação de pessoas. Fundadora do Centro de Artes, Gildred fez da cultura uma ferramenta de educação, inclusão, autonomia e valorização das identidades culturais.</p>
<p>Por isso, o reconhecimento dedicado a uma mulher negra artista estabelece uma conexão direta entre <strong>memória, representatividade e protagonismo feminino</strong>. Em um campo historicamente marcado por desigualdades de acesso e visibilidade, destacar a produção de mulheres negras significa também reconhecer a contribuição dessas artistas para a construção da cultura e da história da arte brasileira.</p>
<p>O próprio troféu destinado à vencedora carrega essa dimensão simbólica: a peça é uma <strong>escultura original de autoria de Gildred Nascimento</strong>, fazendo com que sua produção artística permaneça presente na premiação e dialogue com a trajetória da artista que dá nome à homenagem.</p>
<p>A proposta se aproxima ainda do próprio conceito de <strong>“Diálogos Decoloniais”</strong>, ao abrir espaço para narrativas, experiências e perspectivas que historicamente nem sempre ocuparam os centros de reconhecimento da produção artística.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Premiação e menções honrosas</strong></p>
<p>Além do Prêmio Destaque Artista Mulher Negra – Gildred Nascimento, o 3º Prêmio MD’Azevedo contempla três primeiras colocações. O primeiro lugar recebe <strong>R$ 2 mil e o Troféu MD’Azevedo</strong>; o segundo, <strong>R$ 1,3 mil e o Troféu MD’Azevedo</strong>; e o terceiro, <strong>R$ 900 e o Troféu MD’Azevedo</strong>.</p>
<p>Os artistas classificados em <strong>quarto e quinto lugares recebem Menção Honrosa</strong>, enquanto os 30 selecionados para a exposição coletiva recebem certificado de participação. As obras selecionadas também integrarão um catálogo impresso com recursos de acessibilidade.</p>
<p>A cerimônia de premiação está prevista para <strong>3 de novembro de 2026</strong>, durante a abertura da exposição, que será realizada no <strong>Centro de Artes, na Vila Telebrasília</strong>, em Brasília. A mostra permanecerá aberta ao público de <strong>3 de novembro a 3 de dezembro de 2026.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Da inscrição à exposição</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Com o encerramento das inscrições, centenas de trabalhos vindos de diferentes partes do país passaram diante de uma comissão formada por profissionais com experiências diversas na produção, pesquisa, educação e gestão das artes visuais.</p>
<p>As cidades foram Florianópolis-SC , Vila Gustavo-SP, Tijuca, RJ, Belford Roxo-RJ, Pelotas-RS, São Paulo, Teresina-PI, Brasília – DF, Botafogo-RJ, Cuiabá-MT, Engenho Novo – RJ, João Pessoa – PB, Itacorubi, Florianópolis &#8211; SC, Campo – SP, Goiânia -GO, Caiçara &#8211; MG, Porto Velho – RO, Canabrava &#8211; Salvador – BA, Campinas – SP, Austin Nova Iguaçu – RJ e Cabo Frio – RJ.</p>
<p>A iniciativa é realizada pelo <strong>Centro de Artes</strong>, localizado na <strong>Vila Telebrasília, em Brasília, Distrito Federal</strong>, e conta com recursos do <strong>Fundo de Apoio à Cultura (FAC)</strong>, em iniciativa do <strong>Governo do Distrito Federal (GDF)</strong>.</p>
<p>Mais do que um concurso, o Prêmio MD’Azevedo se apresenta como um espaço de encontro entre artistas, linguagens, territórios e diferentes formas de criação. Ao lado da seleção das obras, a homenagem a Gildred Nascimento acrescenta à edição uma dimensão de memória e representatividade, colocando em evidência a produção de <strong>mulheres negras artistas e seu protagonismo na construção da cultura brasileira</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>O que: 3º Prêmio MD&#8217;Azevedo – Diálogos Decoloniais</strong></p>
<p><strong>Exposição:</strong> 03/11 a 03/12/26</p>
<p><strong>Classificação:</strong> 18 anos</p>
<p><strong>Foto:</strong> divulgação</p>
<p><strong>Informações</strong>: @centrodeartes</p>
<p><strong>Contato: </strong><a href="mailto:centrodeartes2013@gmail.com">centrodeartes2013@gmail.com</a></p>
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		<title type="html"><![CDATA[Fintech de Brasília aposta em cobrança recorrente para negócios criados com inteligência artificial]]></title>
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		<updated>2026-10-16T20:21:41Z</updated>
		<published>2026-10-16T20:19:51Z</published>
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		<summary type="html"><![CDATA[<p>A empresa reúne API, checkout, link de pagamento e assinaturas numa mesma plataforma e passa a permitir que agentes de&#8230;</p>
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					<content type="html" xml:base="https://brasiliaetc.com.br/fintech-de-brasilia-aposta-em-cobranca-recorrente-para-negocios-criados-com-inteligencia-artificial/"><![CDATA[<p>A empresa reúne API, checkout, link de pagamento e assinaturas numa mesma plataforma e passa a permitir que agentes de IA como Claude, ChatGPT e Cursor operem pagamentos por meio de um conector próprio.</p>
<p>A inteligência artificial reduziu o tempo e o custo de criar um software. Ferramentas que escrevem código e conectam serviços permitem que uma pessoa sozinha coloque um produto no ar em dias. O passo seguinte, cobrar por ele, continua exigindo estrutura: receber pagamentos, renovar assinaturas, lidar com inadimplência e dividir receita entre sócios ou parceiros.</p>
<p>É nesse ponto que a SyncPay, fintech criada em Brasília em outubro de 2024, concentra sua expansão. A empresa oferece infraestrutura de pagamentos para negócios digitais, do empreendedor que faz a primeira venda à empresa de software que precisa embutir a cobrança no próprio produto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Do link de pagamento à API</strong></p>
<p>Quem está começando pode vender por link de pagamento ou checkout, sem escrever código. Empresas com equipe técnica integram os mesmos recursos aos seus sistemas por API. A plataforma aceita Pix, cartão de crédito, Pix Automático e Apple Pay.</p>
<p>Na cobrança recorrente, o cliente cria planos, cadastra assinantes, pausa, reativa, cancela ou troca o plano de uma assinatura e acompanha cada pagamento num painel. A divisão automática de receita, o split, permite repartir cada cobrança entre diferentes recebedores, um recurso comum em parcerias, afiliados e marketplaces.</p>
<p>Para um SaaS, isso significa oferecer planos mensais, renovar assinaturas automaticamente e cobrar clientes inadimplentes sem construir essa camada financeira internamente.</p>
<p><strong>Pagamentos operados por agentes de IA</strong></p>
<p>A aposta mais recente da empresa está na integração com inteligência artificial. A SyncPay disponibiliza um conector no padrão MCP, o protocolo usado por assistentes como Claude, ChatGPT e Cursor para acessar serviços externos. Depois de conectado com as chaves de API da conta, o assistente pode criar links de pagamento, consultar saldo e executar outras operações a partir de um pedido em linguagem natural.</p>
<p>Na prática, um desenvolvedor que constrói um aplicativo com ajuda de IA pode pedir ao próprio assistente que integre a cobrança, sem precisar estudar cada endpoint da documentação. As operações seguem as permissões das chaves definidas pelo titular da conta.</p>
<p>A empresa também estuda o uso de IA na recuperação de receita, como o acompanhamento de pagamentos pendentes e a cobrança de assinaturas que falharam.</p>
<p><strong>Crescimento</strong></p>
<p>Segundo a SyncPay, a plataforma processa mais de R$ 100 milhões por ano e já soma mais de 35 mil contas criadas. O atendimento é feito por pessoas, 24 horas por dia, pelo WhatsApp. A sede fica no Estádio Mané Garrincha, em Brasília.</p>
<p>“Criar um software ficou muito mais fácil com a inteligência artificial. Transformar esse software em negócio ainda exige receber, cobrar todo mês e lidar com quem não pagou. A gente quer que essa parte deixe de ser o gargalo, seja para quem está fazendo a primeira venda, seja para a empresa que integra pagamento direto no produto. E o próximo passo é o próprio agente de IA conseguir montar essa integração”, explica Gustavo Braga, fundador da SyncPay.</p>
<p>Para outras informações: <a href="http://www.syncpayments.com.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.syncpayments.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1792267400797000&amp;usg=AOvVaw1qir0o4vqbujUhb1P2XHcI">www.syncpayments.com.br</a></p>
<p>Instagram @sync.pay</p>
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		<title type="html"><![CDATA[Entre técnica, criatividade e memória afetiva, chefs de Brasília celebram a arte de cozinhar]]></title>
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		<updated>2026-10-16T20:14:39Z</updated>
		<published>2026-10-16T20:14:39Z</published>
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		<summary type="html"><![CDATA[<p>Cozinhar é um exercício de precisão, sensibilidade e criatividade. Por trás de cada prato, há escolhas, técnicas, referências culturais e&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://brasiliaetc.com.br/entre-tecnica-criatividade-e-memoria-afetiva-chefs-de-brasilia-celebram-a-arte-de-cozinhar/">Entre técnica, criatividade e memória afetiva, chefs de Brasília celebram a arte de cozinhar</a> apareceu primeiro em <a href="https://brasiliaetc.com.br">Brasília ETC</a>.</p>
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					<content type="html" xml:base="https://brasiliaetc.com.br/entre-tecnica-criatividade-e-memoria-afetiva-chefs-de-brasilia-celebram-a-arte-de-cozinhar/"><![CDATA[<p dir="ltr">Cozinhar é um exercício de precisão, sensibilidade e criatividade. Por trás de cada prato, há escolhas, técnicas, referências culturais e histórias que se revelam à mesa. Celebrado em 20 de outubro, o Dia Internacional do Chef de Cozinha é uma oportunidade de reconhecer os profissionais que fazem da gastronomia muito mais do que o ato de alimentar: uma expressão de identidade, memória e hospitalidade. Criada em 2004 por iniciativa de Bill Gallagher, então presidente da Worldchefs, a data propõe valorizar a profissão e destacar a contribuição dos chefs para a cultura alimentar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Em Brasília, cidade marcada pelo encontro de tradições de diferentes regiões do país e influências internacionais, essa diversidade ganha forma em cozinhas que apostam na experimentação, na panificação artesanal, na tradição regional e no cuidado com cada etapa do preparo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">À frente de quatro casas com propostas distintas, Gabriel Blas (Bla&#8217;s Cozinha Criativa), Henrique Uchôa (Madame Brioche), Romão Olinda (Olinda Bar e Restaurante) e Thiago Leopoldino (Los Santos Pizza e Pão) ajudam a compor esse cenário. Suas trajetórias mostram que não existe um único caminho para a cozinha profissional, mas um elemento em comum: a busca por imprimir personalidade ao que chega ao prato.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Gabriel Blas: a cozinha como laboratório criativo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">A trajetória de Gabriel Blas é marcada por uma mudança de rumo profissional e pela disposição de transformar curiosidade em ofício. Nascido em Brasília e com raízes piauienses, ele é formado em Ciência da Computação e chegou a trabalhar na área de tecnologia antes de decidir investir na gastronomia. Durante o curso, teve uma experiência importante como cozinheiro no gabinete do ministro da Educação, onde aprofundou o aprendizado prático. Depois de atuar em eventos e jantares como freelancer, decidiu construir o próprio caminho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O resultado foi o Bla&#8217;s, na Asa Norte, empreendimento que começou como uma lanchonete e evoluiu para um restaurante de cozinha contemporânea e autoral. A casa passou a investir em pratos elaborados, entradas, sobremesas e combinações que transitam por diferentes referências gastronômicas, mantendo espaço para novidades no cardápio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">A proposta de experimentar e surpreender faz parte da identidade do chef. Ao definir a essência do restaurante, Gabriel resume a filosofia que orienta seu trabalho: “A nossa ideia sempre foi ser um laboratório criativo, poder oferecer aos clientes o melhor da gastronomia e ainda nos desafiarmos a estar sempre inovando”, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">A declaração traduz uma cozinha que valoriza tanto o repertório técnico quanto a liberdade de criação. No Bla&#8217;s, a inovação não se limita à apresentação dos pratos: ela está também na combinação de ingredientes, na renovação das receitas e na procura constante por novas possibilidades de sabor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Henrique Uchôa: o tempo e a técnica por trás do pão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Na Madame Brioche, Henrique Uchôa encontra na panificação artesanal o espaço para unir técnica, pesquisa e criatividade. Antes de se dedicar integralmente à gastronomia, ele trilhou uma carreira na advocacia e passou por restaurantes de alto padrão em Brasília e em outras cidades, além de experiências internacionais. Durante a pandemia, aprofundou seus conhecimentos em panificação no Mocotó, em São Paulo, ao lado do chef Rodrigo Oliveira:  vivência decisiva para sua aproximação com o universo das massas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Na padaria artesanal da Asa Norte, sua atuação se conecta a uma proposta que valoriza os processos de fermentação, a qualidade dos ingredientes e o cuidado com produtos como brioches, croissants, focaccias e pães de inspiração francesa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">“Na panificação, o resultado depende de um trabalho que nem sempre se vê: o controle da temperatura, o desenvolvimento do glúten, a hidratação da massa e o tempo necessário para que fermentação e textura alcancem o ponto desejado. É um ofício que exige paciência e precisão, mas que também abre espaço para a experimentação”, destaca Henrique.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">A trajetória de Henrique evidencia justamente essa combinação. Ao migrar de uma profissão para outra, ele construiu uma identidade que aproxima a disciplina da técnica à liberdade de criar, mostrando que um pão artesanal pode carregar tanto a tradição de uma receita quanto a assinatura de quem o prepara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Romão Olinda: tradição nordestina servida à mesa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">A história de Romão Olinda está ligada à herança familiar e à preservação dos sabores nordestinos no Distrito Federal. Inspirado pelo pai, Romão Gomes de Olinda, ele começou sua trajetória na gastronomia ainda adolescente, aos 16 anos. Aos 19, passou a assumir responsabilidades no restaurante da família, dando continuidade a um trabalho que atravessa gerações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O empreendimento tem raízes em 1987, quando a família começou com um pequeno negócio. Ao longo dos anos, a operação cresceu e consolidou sua presença na capital, com unidades na Asa Sul e em Taguatinga. Mesmo tendo iniciado uma graduação em Administração, Romão optou por seguir sua vocação na cozinha, dedicando-se à continuidade e ao desenvolvimento do negócio familiar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">No Olinda Bar e Restaurante, a culinária regional aparece como expressão de pertencimento. Ingredientes, receitas e combinações remetem à cozinha nordestina e à memória das refeições compartilhadas, em uma proposta que procura manter viva a tradição sem deixar de dialogar com o presente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Ao recordar a influência paterna, o chef destaca a dimensão afetiva de seu ofício: “Meu pai sempre foi meu mestre. Foi com ele que aprendi a respeitar os ingredientes, a cozinhar com o coração e, principalmente, a contar histórias com comida”, comenta Romão.</p>
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<p dir="ltr">A fala revela uma compreensão da gastronomia que ultrapassa a técnica. Para Romão, cozinhar também significa preservar lembranças, transmitir conhecimentos e manter uma história familiar viva em cada serviço. É nesse encontro entre herança e continuidade que o Olinda constrói sua identidade.</p>
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<p dir="ltr">Thiago Leopoldino: o protagonismo das massas e da fermentação</p>
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<p dir="ltr">À frente da Los Santos Pizza e Pão, Thiago Leopoldino dedica seu trabalho à versatilidade do trigo e ao potencial das massas artesanais. A casa, localizada no Setor de Rádio e TV Norte, combina pizzaria e padaria, reunindo pizzas de longa fermentação, pães artesanais e produtos de inspiração francesa, como croissants e preparações folhadas.</p>
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<p dir="ltr">O trabalho do chef parte de um princípio essencial da panificação: o tempo também é ingrediente. Na Los Santos, as massas de pizza passam por processos de fermentação e maturação prolongados, enquanto a linha de pães explora técnicas que privilegiam textura, aroma e desenvolvimento de sabor. A atenção aos processos se estende à seleção das farinhas e à construção de receitas que valorizam tanto a simplicidade quanto a sofisticação.</p>
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<p dir="ltr">“O trigo é a base de tudo o que fazemos aqui. Ele representa história, tradição e versatilidade, e nos permite criar produtos que vão desde o simples até o sofisticado, sempre com a mesma essência”, diz Thiago.</p>
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<p dir="ltr">A declaração sintetiza a proposta da Los Santos: respeitar a matéria-prima e os fundamentos da panificação, sem abrir mão de novas combinações. Em suas mãos, pizza e pão deixam de ser apenas preparações cotidianas para revelar o resultado de uma cadeia de decisões técnicas, do desenvolvimento da massa ao momento em que ela chega ao forno.</p>
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<p dir="ltr">Quatro trajetórias, uma mesma paixão</p>
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<p dir="ltr">As histórias de Gabriel Blas, Henrique Uchôa, Romão Olinda e Thiago Leopoldino mostram diferentes maneiras de compreender a cozinha. Há quem encontre na criação autoral um campo para experimentar; quem descubra na panificação o valor do tempo e da precisão; quem transforme a herança familiar em patrimônio gastronômico; e quem explore a versatilidade de um ingrediente milenar para reinventar preparações conhecidas.</p>
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<p dir="ltr">Em comum, os quatro profissionais compartilham o compromisso de fazer da comida uma experiência que envolve mais do que o paladar. Cada prato, pão ou pizza carrega escolhas, referências e uma visão particular da gastronomia.</p>
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<p dir="ltr">“Ser chef é estar em constante movimento, é entender que a criatividade não tem limites e que cada prato é uma oportunidade de surpreender. Cozinhar é transformar ideias, ingredientes e experiências em algo capaz de despertar emoções. É isso que me motiva a continuar criando e buscando o novo todos os dias”, enfatiza Gabriel.</p>
<p dir="ltr">“A cozinha é um exercício diário de dedicação e descoberta. Trabalhar com massas nos ensina que cada detalhe importa, do ingrediente ao tempo de fermentação. Meu objetivo é respeitar a essência de cada produto e, ao mesmo tempo, explorar novas possibilidades, oferecendo experiências que valorizem o sabor e o trabalho artesanal”, completa Thiago.</p>
<p dir="ltr">Neste 20 de outubro, o Dia Internacional do Chef de Cozinha celebra justamente essa pluralidade. Em Brasília, uma cidade construída pelo encontro de culturas, a cozinha se reafirma como território de criatividade e memória &#8211; e os chefs, como intérpretes de histórias que ganham sentido à mesa.</p>
<p dir="ltr">“Cozinhar é manter viva uma história. Carrego comigo os ensinamentos da minha família e o compromisso de preservar os sabores que fazem parte da nossa identidade. Para mim, a gastronomia tem esse poder de reunir gerações, despertar lembranças e fazer com que as pessoas se sintam em casa à mesa”, celebra Romão.</p>
<p dir="ltr">“Para mim, cozinhar é encontrar uma forma de proporcionar bons momentos às pessoas. Quero que cada produto que sai da nossa cozinha seja feito com qualidade, cuidado e sabor, mas que também desperte aquela sensação de satisfação de comer algo realmente bom. No fim, o mais gratificante é saber que aquilo que fazemos com dedicação chega à mesa e faz a diferença no dia de alguém”, conclui Henrique.</p>
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		<title type="html"><![CDATA[Da sala de aula às reuniões de trabalho: por que o medo de falar em público acompanha tantas pessoas?]]></title>
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		<updated>2026-10-16T20:01:18Z</updated>
		<published>2026-10-16T20:01:18Z</published>
		<category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Destaques" /><category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Educação" /><category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Cursopresencialdeoratoriaembrasilia" /><category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Fluiroratoria" /><category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="mentoraemoratoria" /><category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="mentoriaemoratoria" /><category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="oratória" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>Medo de falar em publico - Marina Figueiredo (</p>
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<p style="font-weight: 400;">Para a jornalista e mentora em oratória, Marina Figueiredo, que atua há 23 anos na área de comunicação, uma das principais razões para essa insegurança está na falta de familiaridade com situações de exposição. Fundadora da Fluir Oratória, ela explica que o receio do julgamento pode transformar uma situação aparentemente simples em um grande desafio.</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8220;É natural sentirmos insegurança diante daquilo que não fazemos com frequência. Ninguém aprende a dirigir apenas com aulas teóricas, assim como ninguém desenvolve uma comunicação segura apenas estudando técnicas de oratória. É preciso experimentar, errar, repetir e praticar. O problema é que muitas pessoas passam a vida evitando situações em que precisam falar diante dos outros e, quanto menos praticam, mais desconfortáveis se sentem”, explica.</p>
<p style="font-weight: 400;">Embora a comunicação esteja presente em praticamente todas as atividades humanas, falar diante de outras pessoas continua sendo um desafio. E não necessariamente por falta de conhecimento. Profissionais altamente qualificados, com domínio de suas áreas de atuação, podem encontrar dificuldades para organizar pensamentos, expressar opiniões, defender argumentos ou transmitir informações de maneira clara e convincente.</p>
<h2>O medo do julgamento pode ser maior que a dificuldade de falar</h2>
<p style="font-weight: 400;">Segundo Marina &#8211; especialista em Neuromarketing e Neurobranding pela PUC-PR e Ciência Política pela Universidade de Brasília (UnB), além de possuir formação Practitioner em Programação Neurolinguística (PNL) -, um dos principais obstáculos à comunicação é o receio da avaliação alheia. O medo de esquecer uma palavra, cometer um erro, parecer despreparado ou ser considerado incapaz pode levar as pessoas a evitar situações em que precisariam se posicionar.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na escola, isso pode aparecer na resistência em apresentar trabalhos ou participar de debates. Na vida profissional, manifesta-se quando alguém prefere permanecer em silêncio durante uma reunião, evita fazer perguntas ou deixa de compartilhar uma boa ideia por receio da reação dos colegas.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Muitas vezes, a pessoa sabe exatamente o que gostaria de dizer, mas começa a imaginar o que os outros vão pensar. Será que vão perceber meu nervosismo? Será que vou falar alguma bobagem? Será que vão me julgar? Essa preocupação excessiva com a própria imagem acaba desviando a atenção da mensagem que deveria ser transmitida”, observa.</p>
<p style="font-weight: 400;">Marina Figueiredo destaca que a segurança na comunicação não depende da ausência completa de nervosismo. O objetivo é aprender a lidar com essas sensações para que elas não impeçam a pessoa de se expressar. Para algumas pessoas, entretanto, esse receio ultrapassa o nervosismo habitual. O medo intenso de falar em público é conhecido como glossofobia e pode provocar sofrimento significativo, ansiedade antecipatória, sintomas físicos e comportamentos de evitação.</p>
<p style="font-weight: 400;">Com formação em PNL, a jornalista também chama a atenção para a influência dos pensamentos antecipatórios na comunicação. Nessa abordagem, observa-se como as representações mentais e o diálogo interno podem estar relacionados à maneira como uma pessoa vivencia determinada situação. “Às vezes, antes mesmo de começar uma apresentação, a pessoa já imaginou que vai esquecer tudo, que será criticada ou que passará vergonha. Na PNL, trabalhamos a percepção dessas experiências subjetivas e a forma como cada pessoa interpreta uma situação. Identificar esses pensamentos é um primeiro passo para desenvolver uma relação mais consciente com a comunicação”, explica.</p>
<h2>Sobre a Fluir Oratória</h2>
<p style="font-weight: 400;">Idealizada pela jornalista e mentora Marina Figueiredo, a FLUIR é uma metodologia de desenvolvimento da comunicação que reúne técnicas de oratória, expressividade, argumentação, improviso e comunicação interpessoal. As aulas combinam teoria e prática, com dinâmicas individuais e coletivas voltadas ao desenvolvimento da confiança, da naturalidade e da capacidade de se expressar em diferentes situações pessoais e profissionais.</p>
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		<title type="html"><![CDATA[Rosa Takematsu: tradição, empreendedorismo e legado na gastronomia brasiliense]]></title>
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		<updated>2026-10-16T18:17:30Z</updated>
		<published>2026-10-16T18:17:30Z</published>
		<category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Gastronomia" /><category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Brasília ETC" /><category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="empreendedorismo e legado na gastronomia brasiliense" /><category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Rosa Takematsu: tradição" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>Celebrado em 20 de outubro, o Dia Internacional do Chef de Cozinha homenageia profissionais que transformam ingredientes, técnicas e tradições&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://brasiliaetc.com.br/rosa-takematsu-tradicao-empreendedorismo-e-legado-na-gastronomia-brasiliense/">Rosa Takematsu: tradição, empreendedorismo e legado na gastronomia brasiliense</a> apareceu primeiro em <a href="https://brasiliaetc.com.br">Brasília ETC</a>.</p>
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					<content type="html" xml:base="https://brasiliaetc.com.br/rosa-takematsu-tradicao-empreendedorismo-e-legado-na-gastronomia-brasiliense/"><![CDATA[<p dir="ltr">Celebrado em 20 de outubro, o Dia Internacional do Chef de Cozinha homenageia profissionais que transformam ingredientes, técnicas e tradições em experiências capazes de reunir pessoas e preservar culturas. Em Brasília, a história de Rosa Seika Nukui Takematsu, de 60 anos, representa essa conexão entre gastronomia, identidade e empreendedorismo. À frente do Grupo Takematsu, ela consolidou seu nome no mercado brasiliense e transformou uma iniciativa familiar em um negócio reconhecido pela valorização da culinária japonesa.</p>
<p dir="ltr">Natural de Dourados, no Mato Grosso do Sul, e filha de imigrantes japoneses, Rosa construiu sua relação com a cozinha ainda na juventude. Ao ajudar os pais nas tarefas domésticas e assumir a preparação das refeições da família, desenvolveu uma conexão com a gastronomia que, inicialmente, fazia parte da rotina e, com o tempo, se tornou uma forma de expressar afeto, preservar tradições e aproximar pessoas.</p>
<p dir="ltr">A influência da cultura japonesa sempre esteve presente em sua maneira de cozinhar. O respeito aos ingredientes, o equilíbrio dos sabores, a atenção aos detalhes e a delicadeza no preparo são princípios que orientam sua visão gastronômica. Para Rosa, a comida vai além da técnica: ela carrega histórias, memórias e valores transmitidos entre gerações.</p>
<p dir="ltr">“Minha relação com a cozinha começou dentro de casa, com a minha família. Com o tempo, percebi que preparar uma refeição era também uma maneira de demonstrar carinho, preservar a nossa cultura e compartilhar histórias. É muito especial ver como algo que começou de forma tão simples se transformou em um projeto que alcança tantas pessoas”, explica a chef.</p>
<h2 dir="ltr">Da cozinha familiar à consolidação de um grupo gastronômico</h2>
<p dir="ltr">Antes de transformar a gastronomia em negócio, Rosa já compartilhava seus conhecimentos culinários com a comunidade japonesa. Participava de eventos culturais, encontros comunitários e iniciativas sociais, ocasiões em que seus pratos começaram a conquistar um público cada vez maior. As encomendas e a preparação de obentôs &#8211; tradicionais refeições japonesas acondicionadas em porções &#8211; para mercearias marcaram os primeiros passos de uma trajetória empreendedora construída de forma gradual.</p>
<p dir="ltr">O reconhecimento dos clientes foi decisivo para que a atividade familiar ganhasse novos horizontes. Em 2014, ao lado da filha, Rosa deu início ao primeiro restaurante da família, um pequeno self-service com pratos inspirados nas culinárias japonesa e nipo-brasileira. Sustentado pelo trabalho diário e pela dedicação da família, o empreendimento estabeleceu as bases para o desenvolvimento do Grupo Takematsu.</p>
<p dir="ltr">“Cresci aprendendo que respeito, disciplina, humildade e dedicação são fundamentais em tudo o que fazemos. Levo esses valores para a cozinha e para a gestão dos nossos negócios. Construir o Grupo Takematsu foi um trabalho de família, e ver meus filhos participando dessa história é uma das minhas maiores realizações”, ressalta Rosa.</p>
<p dir="ltr">A consolidação da empresa exigiu que a chef conciliasse a paixão pela cozinha com os desafios da gestão. Controle financeiro, formação de equipes, padronização de processos e manutenção da qualidade passaram a fazer parte de sua rotina. Cada etapa trouxe aprendizados que ajudaram a estruturar o negócio e a preparar a empresa para crescer sem perder os valores que orientaram sua criação.</p>
<p dir="ltr">Com o passar dos anos, os filhos de Rosa também assumiram funções na gestão, contribuindo para fortalecer as áreas administrativa e operacional. A participação da família tornou possível ampliar a estrutura empresarial e distribuir responsabilidades, mantendo a identidade familiar como um dos pilares do grupo.</p>
<p dir="ltr">Entre as conquistas mais significativas dessa trajetória está justamente a transformação de uma atividade que nasceu no ambiente doméstico e comunitário em uma empresa consolidada no mercado gastronômico do Distrito Federal. Para Rosa, ver os filhos participando das decisões e assumindo posições de liderança representa a continuidade de um legado construído com trabalho, persistência e união.</p>
<h2 dir="ltr">Donburi e Yakinikuya: diferentes experiências da cultura japonesa</h2>
<p dir="ltr">À frente do Donburi – Cozinha Nikkei e do Yakinikuya Japanese BBQ, Rosa participa da expansão das possibilidades da gastronomia oriental em Brasília, aproximando o público de diferentes tradições da cozinha japonesa.</p>
<p dir="ltr">O Donburi tem como proposta valorizar os pratos quentes e a diversidade das preparações japonesas, oferecendo alternativas que vão além das opções mais conhecidas pelo consumidor brasileiro. Receitas como donburis, ramens, curries e teppans contribuem para apresentar diferentes combinações de ingredientes, técnicas e sabores, em uma proposta que aproxima tradição e acessibilidade.</p>
<p dir="ltr">Já o Yakinikuya Japanese BBQ apresenta uma experiência baseada no yakiniku, estilo japonês de churrasco em que os próprios clientes grelham as carnes à mesa. A proposta transforma o momento da refeição em uma atividade compartilhada, na qual o preparo também faz parte da experiência gastronômica.</p>
<p dir="ltr">Embora tenham propostas distintas, os dois empreendimentos dialogam com a visão de Rosa sobre a culinária: preservar referências culturais, respeitar os ingredientes e proporcionar experiências que conectem as pessoas à história por trás de cada prato.</p>
<p dir="ltr">Essa diversidade também acompanha as mudanças no comportamento do consumidor, cada vez mais interessado em conhecer a origem dos alimentos, descobrir novas preparações e compreender as tradições que influenciam diferentes cozinhas. Ao investir em formatos variados, o Grupo Takematsu contribui para ampliar o repertório gastronômico da capital e fortalecer a presença da culinária japonesa no cotidiano dos brasilienses.</p>
<p dir="ltr">“A gastronomia japonesa tem uma riqueza que vai muito além dos pratos mais conhecidos. Cada preparação carrega técnicas, tradições e uma história. Nosso desejo é que as pessoas tenham a oportunidade de conhecer essa diversidade e que cada experiência nos restaurantes seja também uma forma de se aproximar da nossa cultura”, enfatiza a chef.</p>
<h2 dir="ltr">Liderança pautada em valores e cuidado com as pessoas</h2>
<p dir="ltr">A trajetória empresarial de Rosa não se resume à expansão dos restaurantes. Sua forma de liderar é orientada por valores como respeito, disciplina, humildade, responsabilidade e atenção às pessoas. Esses princípios, presentes em sua formação familiar, também influenciam a cultura organizacional do Grupo Takematsu, que busca conciliar hospitalidade, qualidade e desenvolvimento contínuo das equipes.</p>
<p dir="ltr">A experiência de construir um negócio a partir de uma estrutura familiar ensinou à chef que o crescimento depende de organização, confiança e trabalho coletivo. Na gastronomia, em que a experiência do cliente envolve diferentes profissionais e etapas, a consistência é resultado de um esforço compartilhado, que começa na escolha dos ingredientes e se estende até o atendimento à mesa.</p>
<p dir="ltr">Para Rosa, preservar a essência do negócio significa manter viva a motivação que deu origem ao projeto: compartilhar a cultura japonesa por meio da comida. A expansão, nesse sentido, não representa apenas a abertura de novas possibilidades comerciais, mas também a oportunidade de alcançar mais pessoas sem abrir mão da identidade construída ao longo dos anos.</p>
<h2 dir="ltr">O Dia do Chef e o valor de uma história construída à mesa</h2>
<p dir="ltr">O Dia Internacional do Chef de Cozinha é também um convite para reconhecer os profissionais que atuam nos bastidores da gastronomia. Além da criatividade e do domínio técnico, a profissão exige planejamento, disciplina, capacidade de liderança e dedicação constante. Para quem também empreende, como Rosa Takematsu, os desafios incluem administrar equipes, manter padrões de qualidade e construir negócios capazes de atravessar gerações.</p>
<p dir="ltr">Sua história evidencia como a gastronomia pode ser um instrumento de preservação cultural e, ao mesmo tempo, uma atividade capaz de gerar oportunidades e transformar realidades. O que começou com o preparo de refeições para a família e o compartilhamento de pratos com a comunidade tornou-se um grupo empresarial que reúne diferentes propostas de cozinha oriental em Brasília.</p>
<p dir="ltr">Ao olhar para o futuro, Rosa pretende fortalecer o Grupo Takematsu, preservando a qualidade dos produtos, a essência familiar e os princípios que orientaram sua trajetória desde o início. Mais do que ampliar operações, seu objetivo é dar continuidade a uma história em que cultura, família, cuidado e excelência caminham juntos.</p>
<p dir="ltr">Neste 20 de outubro, a trajetória da chef reforça o papel de quem faz da cozinha um espaço de memória, identidade e transformação. Sua contribuição para a gastronomia brasiliense está tanto nos pratos e nas experiências oferecidas ao público quanto no legado construído ao longo dos anos: uma história familiar que encontrou na culinária japonesa uma forma de conectar gerações e compartilhar tradições.</p>
<p dir="ltr">“No Dia do Chef, penso em todas as pessoas que fazem um restaurante acontecer. A gastronomia exige dedicação, aprendizado e trabalho em equipe. Para mim, o mais importante é continuar fazendo tudo com cuidado, respeitando nossas origens e proporcionando momentos especiais para quem escolhe estar à nossa mesa”, conclui a chef.</p>
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			<name>ETC Comunicação</name>
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		<title type="html"><![CDATA[Sesc Gama recebe espetáculo sobre violência de gênero]]></title>
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		<updated>2026-10-16T18:11:52Z</updated>
		<published>2026-10-16T18:11:52Z</published>
		<category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Cultura" /><category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Brasília ETC" /><category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Sesc Gama recebe espetáculo sobre violência de gênero" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>O espetáculo Senhora P chega ao Sesc Gama para três apresentações gratuitas nos dias 22 e 23 de outubro, no&#8230;</p>
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					<content type="html" xml:base="https://brasiliaetc.com.br/sesc-gama-recebe-espetaculo-sobre-violencia-de-genero/"><![CDATA[<p dir="ltr">O espetáculo Senhora P chega ao Sesc Gama para três apresentações gratuitas nos dias 22 e 23 de outubro, no Teatro Paulo Gracindo. Criada pela atriz, diretora e pesquisadora Adriana Lodi, a montagem aborda diferentes formas de violência contra as mulheres a partir da trajetória de uma professora que transita entre memórias, ficção, questionamentos e situações de violência.</p>
<p dir="ltr">Estreado em 2022, Senhora P já circulou por mais de 15 cidades do país. Em 2026, a montagem percorre o Centro-Oeste, com apresentações em Goiânia e Alexânia e em diferentes regiões do Distrito Federal.</p>
<p dir="ltr">Em cena, a professora conduz uma aula sobre violência de gênero enquanto responde a um interrogatório relacionado a um crime cuja acusação desconhece. Entre depoimentos, lembranças e situações ficcionais, diferentes planos narrativos se sobrepõem e constroem um thriller psicológico que coloca em questão as múltiplas manifestações da violência contra as mulheres.</p>
<p dir="ltr">Construído coletivamente, Senhora P utiliza as autobiograficções como procedimento de criação, transformando memórias e experiências em matéria cênica. A pesquisa também integra o doutorado de Adriana Lodi, dedicado às práticas artísticas e pedagógicas nas artes da cena e às pedagogias críticas feministas. Ao levar essas investigações para o palco, o espetáculo propõe uma reflexão sobre os mundos que queremos construir: espaços em que seja possível viver com integridade, respeitar as diversidades e as diferentes formas de amar. Para as mulheres, esse percurso passa também pelo reconhecimento de si, pelo direito de amar a si mesmas e pela possibilidade de dizer não.</p>
<p dir="ltr">Para Adriana, transformar experiências em linguagem artística permite que histórias individuais encontrem ressonância em outras vivências. “Ao criar o espetáculo, partimos do pressuposto de que o pessoal é político , e de que essas experiências, quando ganham forma artística, deixam de ser apenas individuais e estabelecem uma relação de empatia com quem assiste. O teatro cria esse espaço de encontro, onde a experiência de uma pessoa pode reverberar na vida de muitas outras”, afirma.</p>
<p dir="ltr">A circulação de 2026 é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Além das apresentações, a programação inclui a oficina gratuita Autobiograficções – nossas histórias que não estão contadas, apresentações voltadas para escolas e debates com o público.</p>
<h2 dir="ltr">OFICINA GRATUITA DE CRIAÇÃO CÊNICA</h2>
<p dir="ltr">A programação no Sesc Gama também contempla a oficina Autobiograficções – nossas histórias que não estão contadas, concebida e ministrada por Adriana Lodi. A atividade será realizada nos dias 22 e 23 de outubro, das 9h às 11h, e propõe um espaço de experimentação e troca a partir das histórias, memórias e vivências dos participantes.</p>
<p dir="ltr">Destinada a artistas, estudantes de teatro e pessoas interessadas em processos de criação, a oficina reúne exercícios de escrita, práticas teatrais e performativas e experimentações sensoriais individuais e coletivas. A proposta investiga como relatos pessoais podem se transformar em materiais cênico-performativos e aborda a violência contra as mulheres a partir das experiências e das possibilidades de expressão artística.</p>
<p dir="ltr">SERVIÇO</p>
<p dir="ltr">ESPETÁCULO SENHORA P</p>
<p dir="ltr">Local: Teatro Paulo Gracindo &#8211; Sesc Gama</p>
<p dir="ltr">Endereço:  Setor Leste Industrial, Lotes 620, 640, 660 e 680, Gama</p>
<p dir="ltr">Datas e horários:<br />
22/10 (quinta-feira): às 15h e às 20h</p>
<p dir="ltr">23/10 (sexta-feira): às 20h</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p dir="ltr">Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p dir="ltr">Retirada de ingressos: <a href="https://www.sympla.com.br/evento/senhora-p/3613514" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.sympla.com.br/evento/senhora-p/3613514&amp;source=gmail&amp;ust=1792257543471000&amp;usg=AOvVaw1bG6sFWOVbFXz7VoxIddGG">https://www.sympla.com.br/<wbr />evento/senhora-p/3613514</a></p>
<p dir="ltr">OFICINA AUTOBIOGRAFICÇÕES</p>
<p dir="ltr">Datas: 22 e 23/10</p>
<p dir="ltr">Horários: 9h às 11h</p>
<p dir="ltr">Local: Sesc Gama</p>
<p dir="ltr">Inscrições gratuitas: <a href="https://forms.gle/kMjqoCdDLswRXLPa7" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://forms.gle/kMjqoCdDLswRXLPa7&amp;source=gmail&amp;ust=1792257543471000&amp;usg=AOvVaw0CW86pErqMuFXJGYD5t2u3">https://forms.gle/<wbr />kMjqoCdDLswRXLPa7</a></p>
<p dir="ltr">Mais informações: <a href="https://www.instagram.com/senhorap.oficial/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/senhorap.oficial/&amp;source=gmail&amp;ust=1792257543471000&amp;usg=AOvVaw34f0x_j3_Mo73uJwCzVVpS">https://www.instagram.com/<wbr />senhorap.oficial/</a></p>
<p dir="ltr">
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		<title type="html"><![CDATA[Mano Dáblio lança livro de poesias com acessibilidade e distribuição gratuita]]></title>
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		<updated>2026-10-16T18:01:12Z</updated>
		<published>2026-10-16T18:01:12Z</published>
		<category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Cultura" /><category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Brasília ETC" /><category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Mano Dáblio lança livro de poesias com acessibilidade e distribuição gratuita" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>No dia 29 de outubro (quinta), o poeta, rapper e slammer Mano Dáblio lança o seu primeiro livro de poesias,&#8230;</p>
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					<content type="html" xml:base="https://brasiliaetc.com.br/mano-dablio-lanca-livro-de-poesias-com-acessibilidade-e-distribuicao-gratuita/"><![CDATA[<p>No dia 29 de outubro (quinta), o poeta, rapper e slammer Mano Dáblio lança o seu primeiro livro de poesias, intitulado RESPIRAR – Fragmentos de sonhos. A obra reúne parte da produção autoral do artista, construída nos últimos 20 anos. O livro será lançado em três formatos e com distribuição gratuita, visando a acessibilidade para públicos diversos: audiolivro nas plataformas de áudio e de vídeo, impresso em tinta e em Braille.</p>
<p>O lançamento presencial, com sessão de autógrafos, acontecerá no Ponto de Cultura Invenção Brasileira &#8211; Mercado Sul de Taguatinga, a partir das 19h. A entrada é franca. Após o lançamento, os livros impressos em tinta e em Braille serão distribuídos em escolas públicas, bibliotecas, espaços culturais e organizações que atendem pessoas com deficiência em todas as regiões administrativas do Distrito Federal.</p>
<p>Mano Dáblio é cria das periferias do DF e Entorno. Como poeta, é vencedor de diversos slams &#8211; competições de poesia falada &#8211; e participante de coletâneas e de outros projetos coletivos. Artista negro e pessoa com deficiência, também é pioneiro na produção de videoclipes de Rap onde a Língua Brasileira de Sinais &#8211; Libras é inserida como parte artística da obra, e não apenas como ferramenta de acessibilidade.</p>
<p>Em RESPIRAR – Fragmentos de sonhos, Mano Dáblio transforma experiências pessoais e coletivas em poesia. Sua escrita parte da oralidade e atravessa temas como periferias, hip-hop, memória, corpo, anticapacitismo, afetividades LGBTQIAPN+, invenção e resistência cultural. Publicado pela Tagori Editora, o livro traz ilustrações e capa original assinadas pelo desenhista Chico Zero40.</p>
<p>Segundo o texto de orelha, RESPIRAR – Fragmentos de sonhos desloca o olhar, provoca e tensiona o pensamento, nos convidando a sonhar junto. “Vida e criação se encontram em lembranças, inquietações e experiências transformadas em poesia, onde o verso não apenas expressa: provoca, registra, reinventa. Algumas histórias passam. Outras encontram a palavra e permanecem.”</p>
<p>Distribuição gratuita e acessibilidade<br />
RESPIRAR – Fragmentos de sonhos é um projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Todo o processo de criação, edição e divulgação da obra é voltado à acessibilidade das pessoas periféricas e pessoas com deficiência. Escolas e bibliotecas públicas, espaços culturais e instituições sociais interessadas em receber o livro podem solicitar a doação de exemplares gratuitos pelo e-mail <a href="mailto:producaomanodablio@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">producaomanodablio@gmail.com</a>.</p>
<p>Mais sobre o autor<br />
Há mais de duas décadas, Mano Dáblio faz da palavra lugar de criação, memória e movimento. Sua trajetória começou no orfanato onde viveu por mais de uma década, entre silêncios, descobertas e os primeiros versos. Através da cultura Hip Hop, encontrou caminhos para reinventar a sua própria história. Desde então, poesia e música se encontram numa escrita que tensiona o mundo sem deixar de sonhar outros possíveis.</p>
<p>SERVIÇO<br />
Lançamento do livro RESPIRAR – Fragmentos de sonhos (Mano Dáblio)<br />
Quando: 29 de setembro de 2026, às 19h<br />
Onde: Ponto de Cultura Invenção Brasileira &#8211; Mercado Sul de Taguatinga<br />
Entrada: franca<br />
Nas redes: @teussinaisoficial e @<a href="https://www.instagram.com/manodablio/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/manodablio/&amp;source=gmail&amp;ust=1792257543313000&amp;usg=AOvVaw2aEYL63M9eO6004TdlikbO">manodablio<br />
</a>Informações: <a href="mailto:producaomanodablio@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">producaomanodablio@gmail.com<span style="color: #888888;"><br />
</span></a></p>
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		<title type="html"><![CDATA[Cumbuco Saladeria inaugura loja física no Lago Sul com refeições leves para uma rotina mais prática]]></title>
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		<updated>2026-10-16T17:58:10Z</updated>
		<published>2026-10-16T17:58:10Z</published>
		<category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Gastronomia" /><category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Brasília ETC" /><category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Cumbuco Saladeria inaugura loja física no Lago Sul com refeições leves para uma rotina mais prática" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>A Cumbuco Saladeria inicia um novo capítulo de sua história em Brasília. Nascida no delivery, a marca passa a contar&#8230;</p>
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<p dir="ltr">À frente da operação estão Mariana Miranda e Wesley Moreira, casal de empresários do setor gastronômico que também comanda marcas já consolidadas na capital, como Don Romano e Aloha Ni Hao. Com a nova unidade, a loja vira opção para o público que busca alternativas para as refeições cotidianas sem abrir mão do sabor, da variedade e da conveniência.</p>
<p dir="ltr">A proposta da Cumbuco Saladeria acompanha uma mudança nos hábitos de consumo, especialmente entre pessoas que conciliam trabalho, compromissos pessoais e uma rotina cada vez mais acelerada. Nesse cenário, refeições leves e nutritivas surgem como uma alternativa para quem deseja cuidar melhor da alimentação, mas nem sempre dispõe de tempo para planejar e preparar os próprios pratos.</p>
<p dir="ltr">“Hoje, muita gente quer se alimentar melhor, mas precisa conciliar essa escolha com uma rotina cheia de compromissos. A ideia da Cumbuco é mostrar que uma refeição leve, nutritiva e saborosa também pode ser rápida e prática. Queremos oferecer opções que facilitem o dia a dia, com ingredientes variados e combinações que atendam a diferentes preferências”, destaca Mariana Miranda..</p>
<p dir="ltr">O cardápio reúne saladas que combinam folhas, vegetais, frutas, queijos, proteínas e molhos variados, explorando diferentes texturas e sabores. Entre os destaques está a Salada Verde (R$ 39,90), preparada com mix de folhas, brócolis, pepino, queijo gorgonzola, amêndoas caramelizadas e molho de mostarda e mel. A Salada de Camarão (R$ 48) combina alface americana, camarões, queijo parmesão, croutons e molho caesar, em uma opção que reúne ingredientes clássicos e uma proteína bastante apreciada.</p>
<p dir="ltr">Para quem prefere uma combinação mais completa de sabores e texturas, a Salada Boa Viagem (R$ 50) leva alface americana e roxa, frango em cubinhos, tomate-cereja, mussarela, manga, cenoura ralada, batata palha e molho caesar. Já a Salada Paraíso (R$ 65) reúne alface americana, rúcula, filé-mignon em cubinhos, queijo parmesão, pepino, morango, croutons e molho de mostarda e mel, em uma composição que combina ingredientes frescos, proteína e contrastes entre o doce e o salgado.</p>
<p dir="ltr">Outro diferencial é a possibilidade de montar a própria salada, escolhendo os ingredientes de acordo com o gosto pessoal. Na modalidade personalizada, o cliente seleciona uma proteína, duas bases, três complementos, um molho e dois toppings. Entre as opções estão frango, salmão, camarão, rosbife e filé-mignon, além de bases como alface americana, alface roxa, rúcula, arroz gohan e fusilli integral. Os complementos incluem abacate, brócolis, edamame, manga, morango, palmito, pepino, queijos e outros ingredientes, permitindo diferentes combinações.</p>
<p dir="ltr">A proposta amplia as possibilidades para quem procura variar as refeições ao longo da semana e adaptar os pratos às próprias preferências. O cardápio também contempla diferentes molhos, como caesar, oriental, Cumbuco e mostarda e mel, além da opção de pedir os ingredientes misturados ou separados.</p>
<p dir="ltr">“A ideia é aproximar a alimentação leve da rotina dos brasilienses. Estamos investindo no atendimento presencial, mantendo a praticidade como um dos pilares da experiência oferecida ao público. Então, a proposta é justamente para quem se preocupa com a alimentação, mas também precisa de agilidade na rotina”, ressalta Wesley.</p>
<p dir="ltr">SERVIÇO</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Cumbuco Saladeria</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Endereço: QI 11 do Lago Sul;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Horário de funcionamento: De segunda a domingo, das 11h às 19h</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Instagram: <a href="https://www.instagram.com/cumbuco_saladeria/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/cumbuco_saladeria/&amp;source=gmail&amp;ust=1792249937388000&amp;usg=AOvVaw3kDzzbGQUzgCsNOZ-5uiXy">@cumbuco_saladeria</a></p>
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		<title type="html"><![CDATA[Projeto RiSUS realiza intervenção de palhaçaria na UBS 1 da Cidade Estrutural]]></title>
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		<updated>2026-10-16T17:55:11Z</updated>
		<published>2026-10-16T17:55:11Z</published>
		<category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Saúde &amp; Bem estar" /><category scheme="https://brasiliaetc.com.br/" term="Projeto RiSUS realiza intervenção de palhaçaria na UBS 1 da Cidade Estrutural" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>No próximo sábado, 17 de outubro, o Projeto RiSUS promoverá uma manhã de alegria e palhaçaria na Unidade Básica de&#8230;</p>
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<p dir="ltr">No próximo sábado, 17 de outubro, o Projeto RiSUS promoverá uma manhã de alegria e palhaçaria na Unidade Básica de Saúde &#8211; UBS 1 da Cidade Estrutural. A programação oferecerá ao público oficina de circo, oficina de danças urbanas, batalha de rima, distribuição de pipoca e picolé, brinquedos, apresentação do Carimbó das Mães Guerreiras e intervenções de palhaçaria. As atividades acontecem de 9h às 13h, com entrada franca.</p>
<p dir="ltr">Realizado desde 2025 nas UBSs 1 e 2 na Cidade Estrutural, o Projeto RiSUS promove a saúde integral nos conhecidos postinhos, através da palhaçaria popular. Em 2026, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), a atuação do projeto foi ampliada para reafirmar a cultura e o riso como práticas de cuidado, prevenção e construção coletiva do bem viver.</p>
<p>Entre abril e junho de 2026, o projeto realizou 18 ações contínuas nas duas unidades. As atividades do dia 17 de outubro fecham o ciclo de ações do ano e vão integrar o 4º Fiocruz pra Você em Brasília, evento dedicado à vacinação e à promoção da saúde, promovido pela Fundação Oswaldo Cruz.</p>
<p dir="ltr">O Projeto RiSUS é formado pelos artistas Rebeca Torquato, Marcelo Nenevê e Caroline Severiano. Atualmente, é o único grupo profissional de palhaçaria popular que atua exclusivamente em espaços de Atenção Primária à Saúde no Distrito Federal.<br />
Ampliando a graça e a saúde integral<br />
A integração da arte da palhaçaria no campo da saúde é realizada em diversos países. Uma prática que transforma dor em alívio, atuando de forma afetuosa na vida de quem vive um percurso médico de tratamento ou de cuidado e prevenção. Em 2026, o RiSUS também realizou cinco intervenções em escolas públicas, com foco na saúde mental dos estudantes e em diálogo com o Programa Saúde na Escola (PSE).</p>
<p>Quem promove o riso!<br />
Rebeca Torquato é palhaça e psicóloga formada pela UnB, especializada em saúde pública. Marcelo Nenevê é palhaço, professor, comunicador e ator (UnB), com mestrado sobre palhaçaria na visitação hospitalar. Caroline Severiano é atriz, palhaça e figurinista, formada pela Escola de Palhaços dos Doutores da Alegria (SP).</p>
<p>SERVIÇO<br />
Projeto RiSUS na UBS 1 da Cidade Estrutural<br />
Quando: 17 de outubro de 2026 &#8211; de 9h às 13h<br />
Onde: UBS 1 da Cidade Estrutural<br />
Entrada: franca<br />
Classificação: livre<br />
Nas redes: <a href="https://www.instagram.com/risusdf/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/risusdf/&amp;source=gmail&amp;ust=1792249938328000&amp;usg=AOvVaw3ZQoZcqPeKLztdrLIOVvwd">www.instagram.com/risusdf</a></p>
<p><span style="color: #888888;"><br />
</span></div>
<p>O post <a href="https://brasiliaetc.com.br/projeto-risus-realiza-intervencao-de-palhacaria-na-ubs-1-da-cidade-estrutural/">Projeto RiSUS realiza intervenção de palhaçaria na UBS 1 da Cidade Estrutural</a> apareceu primeiro em <a href="https://brasiliaetc.com.br">Brasília ETC</a>.</p>
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