Estudos em saúde urbana ajudam a explicar esse movimento. Uma revisão na BJPsych International sintetiza evidências de que viver perto de áreas verdes se associa a menos ansiedade e depressão, maior bem-estar e perfis de cortisol mais saudáveis. Essa virada de olhar também se reflete na arquitetura. O morar deixa de se limitar às paredes internas e passa a incluir o entorno, como praças, jardins e horizonte. É o que descreve a arquiteta Sofia Abrantes, que assina projetos de famílias no Jardins Genebra, condomínio de alto padrão em Brasília.
“Quando tratamos de residências, vamos além do morar em ambientes internos, porque a vida também acontece no entorno. Quando há praças, ruas arborizadas e a ausência de muros, o arquiteto é convidado a dialogar com a paisagem. A casa passa a ser uma continuidade do ambiente — um fragmento da natureza”, explica Abrantes.
Além disso, no canteiro de obra, essa ideia vira decisão concreta: orientação solar pensada para o nascer e o pôr do sol, ventilação cruzada para reduzir a necessidade de ar-condicionado, vãos generosos que integram interior e exterior, além de soluções sustentáveis que combinam eficiência energética e automação.
“A casa em condomínio horizontal nos permite desenhar o cotidiano, pensar no nascer e no pôr do sol, nos fluxos, nas pausas e até nos silêncios. Enquanto o apartamento traduz a vida urbana, acelerada e densa, a casa em condomínio traduz o ritmo próprio da terra e da natureza. É uma arquitetura que pede mais sensibilidade, mas também mais rigor técnico aliado à sustentabilidade, automação e eficiência energética”, completa Sofia.
O exemplo: Jardins Genebra
Localizado na região de Entre Lagos, em Brasília, o Jardins Genebra traduz esse modo de morar ao privilegiar a relação com o verde desde o traçado urbanístico. As ruas sem muros ampliam a permeabilidade visual e criam continuidade entre casa e bairro; praças conectadas pontuam os eixos de circulação.
“O Jardins Genebra oferece algo raro: o tempo desacelerado. O som predominante é o do vento e dos pássaros — e isso muda completamente a forma de habitar. Essa serenidade inspira projetos que respiram, onde o projeto se torna uma espécie de coreografia entre o natural e o construído. Nos inspira a criar varandas generosas, jardins internos, aberturas controladas, espaços que se conectam visualmente e se separam com sutileza. As casas que nascem nesses contextos são arquiteturas que não competem com o entorno, mas o ampliam, carregando o desejo de viver bem, de viver com propósito”, explica a arquiteta Sofia.
Felipe Hermano, coordenador de relacionamento com o cliente da FGR Incorporações, explica que o projeto reflete um novo conceito de moradia, em Brasília. “O Jardins Genebra foi planejado para refletir o verdadeiro conceito de qualidade de vida que a FGR busca promover. Com amplas áreas verdes, espaços de convivência integrados e um projeto urbanístico que valoriza o bem-estar, o Genebra oferece um ambiente tranquilo, seguro e acolhedor. Mais do que um lugar para morar, é um espaço pensado para viver bem todos os dias”, afirma.
Sobre a FGR Incorporações
Com mais de 30 anos de atuação, a FGR Incorporações é referência nacional em condomínios horizontais de alto padrão. A marca Jardins representa o compromisso da empresa em unir infraestrutura completa, segurança, áreas verdes e qualidade de vida em comunidades planejadas.
