Muito além da estética, os procedimentos de manicure e pedicure exigem atenção redobrada à higiene para prevenir riscos à saúde, como infecções, micoses e até doenças mais graves. Entre os cuidados indispensáveis estão o uso de materiais descartáveis, esterilização adequada de instrumentos e higienização rigorosa entre os atendimentos.
Ao escolher onde fazer as unhas, nem sempre o cliente observa os bastidores do serviço. No entanto, são justamente esses detalhes — muitas vezes invisíveis — que garantem a segurança do procedimento. Segundo Maria Betânia Costa, coordenadora do serviço de manicure e pedicure do Salão Lord, “a prevenção é sempre o melhor caminho, especialmente neste tipo de atendimento, onde há risco real de contaminações cruzadas se os cuidados não forem seguidos à risca.”
Entre os principais problemas associados à falta de higiene estão micoses, infecções bacterianas, hepatite e até HIV. Para evitá-los, salões devem adotar medidas como o uso de materiais descartáveis (lixas, palitos, luvas, toucas plásticas) e a correta esterilização de instrumentos metálicos reutilizáveis, como alicates e espátulas.
No caso do Salão Lord, os itens de uso único são descartados após cada cliente, e os instrumentos metálicos passam por um rigoroso processo de esterilização. “Utilizamos autoclave, que é o método mais seguro. Antes disso, os instrumentos são lavados com detergente enzimático, desinfectados, embalados individualmente e só então esterilizados em alta temperatura”, explica Betânia.
A higienização também se estende ao ambiente. Após cada atendimento, a estação de trabalho é limpa com álcool 70%, os EPIs são trocados e as profissionais realizam a higienização correta das mãos. “São protocolos que reforçamos todos os dias, e que foram ainda mais intensificados com a pandemia. Continuamos usando toucas, máscaras, luvas e aventais como padrão”, afirma.
Outro diferencial do salão é o acolhimento de clientes com necessidades específicas. “Pessoas com diabetes, imunossuprimidas ou com outras condições de saúde recebem atenção redobrada. Evitamos qualquer risco de corte, utilizamos materiais individualizados e, se necessário, atendemos com os itens trazidos pelo próprio cliente”, detalha.
Para Betânia, a escolha de um salão seguro começa com a observação: “O cliente deve verificar se os materiais descartáveis são realmente descartados, se os instrumentos metálicos vêm lacrados, com data de esterilização visível, e se o ambiente é limpo e organizado.” A presença de EPIs, a postura da equipe e a transparência nos processos também são bons indicativos.
Além de aplicar os cuidados no dia a dia, o Salão Lord investe na formação das profissionais. “Realizamos treinamentos periódicos sobre biossegurança, atendimento humanizado e atualizações das normas da Vigilância Sanitária. Também temos protocolos internos sempre disponíveis para consulta”, afirma a técnica. O Salão Lord conta com o apoio da ASSEQUAL, empresa especializada em consultoria e assessoria técnica que atua dentro dos parâmetros legais da Vigilância Sanitária para promover saúde e proteção a clientes e profissionais por meio de treinamentos, supervisões e auditorias.
Por fim, Betânia destaca que comunicar essas boas práticas ao público é essencial: “Transparência gera confiança. Quando o cliente entende o que está sendo feito para protegê-lo, ele se sente valorizado e retorna. Isso fideliza o cliente e fortalece a reputação do salão.”
