A obra de Jacob do Bandolim, um dos grandes nomes da história do choro, ganha novas interpretações no palco do Clube do Choro de Brasília nos dias 10 e 11 de setembro. Com patrocínio master da Shell, o Complexo Cultural do Choro recebe Armandinho Macêdo e o Regional Choro Livre para mais uma edição do Tributo aos Mestres, dedicada ao compositor e bandolinista. A programação da semana começa na quarta-feira (9), com Laura Medeiros, Carlos Pial e Marlene Souza Lima no Choro Livre Convida, e segue no sábado (12), com Choro no Parque e Feijoada com Samba.
Com mais de seis décadas dedicadas à música, Armandinho Macêdo construiu uma trajetória marcada pelo encontro entre tradição e experimentação. Filho de Osmar Macêdo, um dos criadores do trio elétrico, começou a carreira ainda criança e tornou-se uma referência da guitarra baiana e da música instrumental brasileira. À frente de projetos como A Cor do Som e Armandinho, Dodô e Osmar, levou sua música a mais de 20 países e, em 2024, recebeu o Prêmio da Música Brasileira de Melhor Solista e de Melhor Álbum Instrumental por Encontro das Águas, gravado com Yamandu Costa e indicado também ao Grammy Latino.
No Tributo aos Mestres, Armandinho se une ao Regional Choro Livre para revisitar a obra de Jacob do Bandolim, em um encontro que aproxima diferentes trajetórias da música instrumental brasileira. Considerado um dos nomes fundamentais da história do choro, Jacob deixou uma obra que permanece como referência para diferentes gerações de instrumentistas.
Mas a programação do Complexo começa na quarta-feira (9), às 19h30, com mais uma edição do Choro Livre Convida, conduzida pelo Regional Choro Livre. Desta vez, o palco recebe Laura Medeiros, Carlos Pial e Marlene Souza Lima, três artistas de diferentes gerações e trajetórias.
A jovem Laura Medeiros começou a cantar ainda muito pequena e ganhou projeção nacional ao participar da oitava temporada do The Voice Kids. Vinda de uma família de músicos, chamou atenção nas Audições às Cegas com sua interpretação de Carcará, que fez todos os técnicos virarem as cadeiras.
O percussionista maranhense Carlos Pial acumula cerca de 30 anos de trajetória na música instrumental brasileira, com trabalhos autorais, apresentações em diferentes estados do país e turnês internacionais. Também atuou como professor no Curso Internacional de Verão de Brasília (CIVEBRA) e recebeu, ao longo da carreira, reconhecimentos como instrumentista, intérprete e arranjador.
Completa o encontro Marlene Souza Lima, guitarrista, violonista, compositora, arranjadora e produtora musical. Com atuação em diferentes capitais brasileiras, apresentou-se no Sesc Brasil Instrumental, em São Paulo, e, em 2025, idealizou e produziu, ao lado do dramaturgo Sergio Maggio, o espetáculo Chiquinha Gonzaga – Entre Tempos.
No sábado (12), a programação segue com o Choro no Parque, levando a música para o Parque da Cidade, e com a tradicional Feijoada com Samba, no Clube do Choro, encontro que reúne música e gastronomia e já integra a programação do Complexo Cultural do Choro.
Para Henrique Neto, diretor da Escola Brasileira de Choro, encontros como esse traduzem a proposta do Complexo Cultural do Choro de preservar a memória do gênero e, ao mesmo tempo, mantê-lo em permanente diálogo com diferentes artistas e gerações. “Receber artistas como Armandinho e, ao mesmo tempo, abrir espaço para músicos que constroem a cena brasileira é uma forma de fortalecer o diálogo entre diferentes gerações e manter viva a tradição do choro e do samba. O Complexo Cultural do Choro é, antes de tudo, um espaço de encontro, formação e celebração da música brasileira.”
Com patrocínio master da Shell, o Complexo Cultural do Choro promove uma programação permanente de shows, rodas de choro e samba, atividades formativas e encontros musicais voltados à preservação, renovação e difusão da música brasileira. Em sua quarta edição, o projeto reafirma o compromisso de fortalecer a circulação do choro e de outros gêneros da música instrumental, aproximando artistas consagrados, novos talentos e o público.
“Na Shell, temos orgulho de construir parcerias que ajudam a manter viva a cultura brasileira e ampliam seu alcance para diferentes públicos e gerações. Ao lado do Complexo Cultural do Choro, contribuímos para preservar e fortalecer um dos gêneros mais importantes da nossa música, por meio de uma programação que conecta tradição, contemporaneidade e diversidade cultural”, comenta Monique Gonçalves, gerente executiva de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da Shell Brasil.
Sobre o Projeto
Em sua quarta edição, o Complexo Cultural do Choro reúne shows, rodas de choro e samba, ensaios abertos e atividades formativas voltadas à preservação e à renovação da música instrumental brasileira. Desenvolvido pela Escola Brasileira de Choro e pelo Clube do Choro de Brasília, o projeto também investe em ações de acessibilidade, com recursos de audiodescrição e interpretação em Libras mediante solicitação (sob demanda no 61 99868-2012).
Sobre o Regional Choro Livre
Criado a partir da trajetória de Reco do Bandolim, um dos fundadores do Clube do Choro de Brasília, o Choro Livre é um dos grupos mais tradicionais em atividade na capital. Com mais de quatro décadas de história, o regional construiu uma identidade própria ao equilibrar fidelidade à tradição com uma abordagem aberta e contemporânea do gênero.
Ao longo de sua trajetória, o grupo dividiu o palco com grandes nomes da música brasileira, como Moraes Moreira, Clementina de Jesus, Paulinho da Viola, Hermeto Paschoal e Sivuca, além de participar de turnês e festivais internacionais.
Hoje, o Choro Livre é a base dos projetos musicais do Clube do Choro de Brasília e segue como um dos principais difusores do gênero, conectando diferentes gerações em torno do choro.
Sobre a Shell
Desde 1913 no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.
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CONFIRA A PROGRAMAÇÃO
Quarta-feira (09/09)
19h30 – Choro Livre Convida com Laura Medeiros, Carlos Pial e Marlene Souza/
Quinta-feira (10/09)
20h30 – Tributo aos Mestres Armandinho e Regional Choro Livre em um tributo a Jacob do bandolim
Sexta-feira (11/09)
20h30 – Tributo aos Mestres Armandinho e Regional Choro Livre em um tributo a Jacob do bandolim
Sábado (12/09)
11h00 – Choro no Parque com os alunos da Escola Brasileira de Choro
12h00 – Feijoada com Samba
SERVIÇO
Complexo Cultural do Choro de Brasília
Dias: 9, 10, 11 e 12 de setembro (quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira e sábado) Endereço: Espaço Cultural do Choro – Setor de Divulgação Cultural – Eixo Monumental e Parque da Cidade, estacionamento 10Telefone: (61) 3226-3969 e (61) 99868-2012
Acesso gratuito para Choro Livre Convida e Choro no Parque
Show Armandinho e Choro Livre ingressos à venda em:
Dia 10: https://www.bilheteriadigital.
Dia 11: https://checkout2.
Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos
